Rodrigo Amarante
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
O velho e o Moço
Deixo tudo assim. Não me importo em ver a idade em mim, Ouço o que convém. Eu gosto é do gasto Quando vem dizer que eu preciso sim De todo o cuidado. Pra mudar o que eu fiz, Quem então agora eu seria? Eu sei que ainda vou voltar... Mas eu quem será? Vaidade em mim. Eu digo o que condiz. Eu gosto é do estrago. Quando vêm dizer que eu não sei medir Nem tempo e nem medo. E poder desistir do que for dar errado? Dispenso a previsão! O que eu escolhi ser aceito a condição. Vou levando assim Que o acaso é amigo do meu coração Quando fala comigo, quando eu sei ouvir...
Rodrigo Amarante
Rodrigo Amarante
Assinar:
Postar comentários (Atom)
A porta se abriu...
Nenhum comentário:
Postar um comentário
--
Obrigada por comentar,
volte sempre que quiser!